
Anglicanos que desejam comunhão com Roma apelam à Congregação para Doutrina da Fé
Walter Kasper diz que eles podem não ser recebidos na Igreja Católica
Walter Kasper diz que eles podem não ser recebidos na Igreja Católica
O ecumenismo e os ecumênistas ficaram atordoados com o pedido de comunhão plena com o Papa, feito por quase 400.000 anglicanos tradicionais da TAC.
Alguns membros da TAC afirmam que depois do pedido formal ser enviado para Roma, mais 60 paróquias anglicanas que não faziam incialmente parte da TAC concordaram em aderir ao manifesto enviado a Bento XVI.
O informativo The Catholic Herald anunciou que o chefe do ecumenismo dentro da Igreja Católica, o cardeal Walter Kasper, não crê que tal conversão em massa seja possível.
Na entrevista Kasper declarou: não é nossa política (sic) trazer tantos anglicanos para Roma e eu não estou certo que existam tantos assim.
Kasper apela não para uma conversão, mas para um diálogo com os anglicanos. Para Kasper não tem qualquer sentido ecumênico a conversão ao Catolicismo.
"Claro que, como um católicos, eu estou feliz se uma pessoa se converte à Igreja Católica, mas eu duvido que um grupo tão grande esteja vindo. Creio que existam muitas questões para se resolver antes" disse o Cardeal Kasper.
Se tais questões são de cunho administrativo como, por exemplo, criar uma estrutura pastoral maior do que existe atualmente na Igreja para receber anglicanos, com um clero próprio, então Kasper está certo e isso provavelmente irá demorar alguns meses. Mas se as questões mencionadas por Kasper são de cunho teológico, então ele pode ficar tranquilo!
Antes da reunião da TAC que culminou com a carta enviada a Roma, os "bispos" da própria TAC assinaram (todos eles) o Catecismo da Igreja Católica nos altares das suas Igrejas. Isso certamente tem um significado bem claro e objetivo de aceitação da Doutrina Católica. Um bispo católico romano faria o mesmo?
Kasper está assustado com o exôdo anglicano e crê que isso dificultaria o diálogo com os anglicanos separados de Roma e crê ainda mais que receber esses anglicanos dissidentes no seio da Santa Igreja Católica seria uma afronta ao Arcebispo da Cantuária.
"Estamos nos entendendo muito bem com o Arcebispo da Cantuária e naquilo que podemos nós estamos ajudando-o a manter a comunhão Anglicana unida", retrucou Kasper. Certamente o Arcebispo da Cantuária faria o mesmo se o quadro fosse invertido!(?).
Tal relutância de Kasper em receber os anglicanos foi prevista pelos mesmos que enviaram a carta solicitando "comunhão plena e sacramental com o sucessor de Pedro" não ao Pontifício Conselho para Unidade dos Cristãos, como seria o mais adequado, mas sim ao Cardeal Levada, sucessor de Joseph Ratzinger como Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé. Os anglicanos preferiram o Santo Ofício ao dicastério presidido por Kasper, porque sabiam que não seriam bem recebidos.
Outro cardeal ecumenista, Cormac Murphy-O'Connor, arcebispo de Westminster, solicitou ao Santo Padre, durante a reunião que antecedeu ao consistório para criação de 23 novos cardeais, que fosse convocada uma reunião "pan-cristã" para promover o diálogo ecumênico. O cardeal Murphy-O'Connor também teme que a inclusão dos anglicanos da TAC crie obstáculos ao relacionamento católico-anglicano.
Bento XVI parece dar sinais claros de que é favorável ao diálogo, mas não abrirá mão de incluir mais pessoas sob as redes de Pedro, dentro da Igreja Católica.
Alguns membros da TAC afirmam que depois do pedido formal ser enviado para Roma, mais 60 paróquias anglicanas que não faziam incialmente parte da TAC concordaram em aderir ao manifesto enviado a Bento XVI.
O informativo The Catholic Herald anunciou que o chefe do ecumenismo dentro da Igreja Católica, o cardeal Walter Kasper, não crê que tal conversão em massa seja possível.
Na entrevista Kasper declarou: não é nossa política (sic) trazer tantos anglicanos para Roma e eu não estou certo que existam tantos assim.
Kasper apela não para uma conversão, mas para um diálogo com os anglicanos. Para Kasper não tem qualquer sentido ecumênico a conversão ao Catolicismo.
"Claro que, como um católicos, eu estou feliz se uma pessoa se converte à Igreja Católica, mas eu duvido que um grupo tão grande esteja vindo. Creio que existam muitas questões para se resolver antes" disse o Cardeal Kasper.
Se tais questões são de cunho administrativo como, por exemplo, criar uma estrutura pastoral maior do que existe atualmente na Igreja para receber anglicanos, com um clero próprio, então Kasper está certo e isso provavelmente irá demorar alguns meses. Mas se as questões mencionadas por Kasper são de cunho teológico, então ele pode ficar tranquilo!
Antes da reunião da TAC que culminou com a carta enviada a Roma, os "bispos" da própria TAC assinaram (todos eles) o Catecismo da Igreja Católica nos altares das suas Igrejas. Isso certamente tem um significado bem claro e objetivo de aceitação da Doutrina Católica. Um bispo católico romano faria o mesmo?
Kasper está assustado com o exôdo anglicano e crê que isso dificultaria o diálogo com os anglicanos separados de Roma e crê ainda mais que receber esses anglicanos dissidentes no seio da Santa Igreja Católica seria uma afronta ao Arcebispo da Cantuária.
"Estamos nos entendendo muito bem com o Arcebispo da Cantuária e naquilo que podemos nós estamos ajudando-o a manter a comunhão Anglicana unida", retrucou Kasper. Certamente o Arcebispo da Cantuária faria o mesmo se o quadro fosse invertido!(?).
Tal relutância de Kasper em receber os anglicanos foi prevista pelos mesmos que enviaram a carta solicitando "comunhão plena e sacramental com o sucessor de Pedro" não ao Pontifício Conselho para Unidade dos Cristãos, como seria o mais adequado, mas sim ao Cardeal Levada, sucessor de Joseph Ratzinger como Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé. Os anglicanos preferiram o Santo Ofício ao dicastério presidido por Kasper, porque sabiam que não seriam bem recebidos.
Outro cardeal ecumenista, Cormac Murphy-O'Connor, arcebispo de Westminster, solicitou ao Santo Padre, durante a reunião que antecedeu ao consistório para criação de 23 novos cardeais, que fosse convocada uma reunião "pan-cristã" para promover o diálogo ecumênico. O cardeal Murphy-O'Connor também teme que a inclusão dos anglicanos da TAC crie obstáculos ao relacionamento católico-anglicano.
Bento XVI parece dar sinais claros de que é favorável ao diálogo, mas não abrirá mão de incluir mais pessoas sob as redes de Pedro, dentro da Igreja Católica.



1 comentários:
Só este Blog divulgou essa notícia . A "grande" agência zenit nem mesmo falou sobre o pedido de entrada dos Anglicanos na Igreja.
Postar um comentário